Tudo começa com autorresponsabilidade

O primeiro passo para garantir uma vida plena e feliz é se autorresponsabilizar pelas nossas próprias decisões. Não está bom? Reveja suas crenças e seu plano de voo. E peça ajuda, se for preciso. Ninguém é obrigado a entender o mundo sozinho.

Está cada vez mais difícil entender os limites entre o que é verdade e o que são apenas crenças adquiridas e que comprometem nossa sanidade emocional. Mas, afinal, qual é a medida da verdade, não é mesmo? O importante é entender que podemos questionar tudo e podemos escolher aquelas verdades que realmente falam mais alto ao nosso coração, e que devemos nos responsabilizar pelas escolhas que fizemos, mesmo aquelas que aconteceram de forma inconsciente, no passado, e fazer novas escolhas, para mudar o futuro. A vida é sempre uma questão de perspectiva.

A única coisa que realmente não dá para fazer é se colocar no papel de vítima. Uma situação não está boa? Ao invés de sentar e chorar, ou, depois de fazer isso, a saída é rever o que aconteceu, entender de onde veio aquela situação e o que está ao nosso alcance fazer para mudar. Somos autores da nossa vida e, portanto, totalmente responsáveis pelo que nos acontece.

Quando alguém nos magoa, ao invés de simplesmente culpar o outro, precisamos entender porque permitimos o que aconteceu. Isso não tira a responsabilidade do outro pelos seus atos, veja bem, ninguém está dizendo para aceitar tudo e achar que todo mal é nossa culpa. Aliás, não há culpa nessa nossa conversa, ok? O que estou dizendo é que a equação é sempre assim:

O que o outro nos fez + o que permitimos que fosse feito = resultado do fato

Não temos como mudar o que o outro fez, porque isso é responsabilidade dele, não nossa. Mas podemos mudar o modo como agimos, reagimos, podemos mudar o quanto permitimos que seja feito, o quanto aceitamos. Na equação acima, imediatamente essa mudança vai interferir no resultado do fato, certo? O que eu estou pedindo é: ao invés de focar no que o outro fez, sobre o que não temos nenhum controle, foque no que você está permitindo que façam com você. É a parte que lhe cabe na sua felicidade.

Quando nos tornamos responsáveis pelo que aceitamos, pelo que emitimos de informação ao mundo, sabemos o que podemos cobrar do outro: se eu não aceito que falem comigo em um tom mais alto e isso ficar claro, dificilmente irá acontecer. E, se acontecer, eu saberei como me posicionar e se vou seguir naquela relação depois do ocorrido nela ou não. Seja uma relação amorosa, familiar, corporativa. Eu coloco os meus limites e, claro, fico atento aos limites do outro. Respeito é sempre uma via de mão dupla.

A questão é: quando eu me responsabilizo pela minha realidade, eu dou a devida atenção às minhas crenças, aos meus valores e ao meu posicionamento de mundo. Eu me respeito, me coloco e, portanto, sei que as consequências terão sempre a parte que me cabe. Eu escolho, eu entendo e eu sigo, ou não, naquela situação. Naquele emprego, naquela amizade, naquele lugar. Não está bom? A primeira pergunta que você precisa é: o que eu tenho que fazer para mudar?

E para quem quer uma inspiração, clique aqui para assistir a um vídeo lindo que recebemos.

2 comentários em “Tudo começa com autorresponsabilidade”

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