Relacionamento e submissão, o que você pensa sobre o assunto?

O que você pensa quando se fala em relacionamento e submissão? Parece uma conexão pesada? Mas, acredite, ainda estamos muito ligados à realidade de relações abusivas e é preciso procurar no corpo e na mente a causa de tanto desequilíbrio.

Ainda estamos no mês das noivas, um período considerado romântico e cheio de amor, o total oposto de uma realidade que liga relacionamento e submissão. Você imagina por quê? E quer saber como fazer para mudar a chave e começar a ter relações mais equilibradas? O primeiro passo é descobrir de onde vem essa conexão com a submissão nos relacionamentos. Parta dela é resultado da construção social, à nossa cultura, que qualifica o feminino como inferior ao masculino. Sim, ainda é assim! E, se uma mulher não se dá o devido valor, dificilmente se verá como igual ao seu parceiro em uma relação.

Outra causa pode vir do nosso inconsciente e das memórias que temos gravadas no corpo, de arquétipos distorcidos do feminino, geralmente hereditários e que dizem respeito a antepassados que foram julgados e excluídos por seu comportamento cultural diferente e não aceito. As mulheres trazem isso de uma maneira muito forte, que dificulta a quebra de barreiras no momento atual.

Ambas as razões que levam a um comportamento submisso nos relacionamentos são difíceis de serem curadas, porque dizem respeito a construções sociais e a vivências a que não temos acesso pela memória da mente. Então, como fazer para começar uma limpeza nessa forma distorcida de lidar com as relações? Uma boa maneira é usando o Psych-K®, que identifica e ajuda a modificar nossas crenças limitantes, que nos impedem de crescer e viver de forma livre e completa.

O processo vai além das tradicionais visualizações e afirmações, trabalhando no nível do subconsciente, no qual opera pelo menos 95% de nossa consciência. Por isso é tão eficaz para mudanças de comportamentos. Com uma sessão, já é possível identificar se a sua forma de conviver com as relações está ou não embasada por crenças limitantes. E, a partir daí o trabalho é para dissolver essas crenças e substituí-las por uma postura positiva com relação à vida.

Pense bem: se você nunca viveu uma desilusão amorosa e ainda assim não consegue se relacionar de forma equilibrada, não existe uma lógica comportamental atual que possa ser levada em conta na hora de avaliar motivos e origens. Por isso, provavelmente, você traz conhecimentos anteriores, de antepassadas que sofreram por amor ou por quebrar padrões na forma de se relacionar. E o que resta em sua memória celular é o medo de repetir o sofrimento.

Com a Microfisioterapia, é possível descobrir se essas memórias existem e orientar o corpo, por meio de comandos, a eliminá-las. Todos nós merecemos uma vida livre de traumas, especialmente aqueles que nem conseguimos lembrar, mas que, silenciosamente, acabam direcionando nossas ações e pensamentos. É hora de dar adeus às experiências passadas, ficar apenas com o aprendizado, e abrir caminho para novas emoções.

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