Memória mental x memória celular

Nem tudo que vivemos fica gravado na mente. Na verdade, a grande maioria das memórias está gravada nas células do nosso corpo, você sabia?

A memória mental é responsável por gravar uma parte pequena daquilo que nos acontece. Quer dizer, mesmo que memorize o acontecimento, acaba “escolhendo” os fatores mais importantes: o som, a temperatura, a companhia, por exemplo. Mas existem detalhes daquilo que nos acontece que não é captado pelo cérebro, mas que não se perde. Fica, ao contrário, gravado na memória celular de tecidos e órgãos. No dia a dia e nas decisões práticas e cotidianas, essas memórias quase não aparecem, mas elas podem incomodar, e muito, se forem memórias traumáticas.

Acontecimentos que nos marcaram e que conseguimos eliminar do pensamento não necessariamente tiveram seus dados apagados. Eles apenas não estão mais na nossa memória cerebral, mas podem nos condicionar de uma forma silenciosa, a partir do momento em que desencadeiam uma série de reações caso sejam acessados, desavisadamente, por situações ou emoções semelhantes a que os geraram.

Ou seja, se o estresse demasiado foi causado por calor, pode ser que você sofra mais do que outras pessoas em temperaturas mais altas, sentindo alergias ou falta de ar, por exemplo. Mas, como saber se o que você sente é uma reação normal ou um problema? Depende sempre do quanto o fato lhe impede de viver da melhor maneira: incomoda? Gera preocupação e tira o sono? Algo está errado. A própria síndrome do pânico, por exemplo, pode ser causada por uma situação mal resolvida que foi apagada da memória cerebral, mas que está lá, gravada em células do seu corpo.

Como resolver? Encontrando essas memórias. Tomando conhecimento daquilo que aconteceu e pode ter machucado lá atrás. E que continua incomodando, agora de uma forma inconsciente, mas que surge como doenças, dores, apatias, fobias, insônias etc. A ideia é reconhecer que todos lidamos com processos traumáticos. Ninguém está livre de sofrimentos, mais ou menos intensos. O que pode, e deve, mudar é a forma como lidamos com esses processos. E como os resgatamos para proporcionar a cura.

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1 comentário em “Memória mental x memória celular”

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